terça-feira, 10 de junho de 2014
Nova filosofia
De tempos em tempos, e acho que isso acontece com mais gente do que imagino, me vem uma vontade de conhecer coisas novas. Repaginar o intelecto.
Me sinto múltipla...
Leio sobre o povo indiano, os chacras, as meditações - que não consigo ainda fazer -, sobre o espiritismo, ocultismo, catolicismo, religiões africanas...
Agora, busco mais, a paz interior... olhar o outro com paciência, com perdão e principalmente ter ter esperança com menos expectativas. Como? Ora, não colocamos expectativas no que o outro pode nos dar, mas podemos nutrir esperança na evolução da pessoa, sem esperança, nada pode mudar.
Quando minimizamos as expectativas, o que outro lhe oferece, sempre é grande, sempre é o máximo dele, mesmo que ele não perceba que pode fazer mais. Com esperança, nutrimos uma fé em que as pessoas e nós mesmos, temos sempre oportunidade em mudar, melhorar, evoluir.
Se acharmos que só nós somos iluminados, é exatamente aí que nos falta luz.
Estou num momento em que olho algumas pessoas até os ossos, vejo a possibilidade de melhoria escoando pelos seus dedos, sem vontade de mudar, com medo de ser feliz.
E essas pessoas, se tornam tão amargas... Ao ponto de buscar amargurar a vida dos que a rodeiam.
É triste! Não que eu não tenha esperança que possam buscar algo mais em suas existências, não! Mas percebo que se afastam de ensinamentos que podem lhe proporcionar uma vida mais tranquila.
Não quer dizer todo mundo bem, zen... As dificuldades aparecem, mas se busca não desesperar e com alegria ver a graça da vida nos detalhes!
Em minha vida, já chorei por amores, por perdas irreparáveis, por viver presa, por me submeter a tantas coisas...
Tive medo de viver só... tive medo de morrer, desejei morrer de tanta dor e sofrimento...
Mas depois que conseguimos superar isso, somos convidados a ver outros horizontes... Eu já os vejo. Afirmo que vale a pena cada dia!!! Gosto de chamar de autoconhecimento, não uma religião.
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