Reiniciei a leitura de Edgar Morin, "O Método", livro 1, "Natureza da natureza".
Cinco anos para ler. Tentei algumas vezes, até mesmo os outros da coleção. Mas dessa vez, farei a leitura por completo, seguindo a ordem.
Recebi de presente, um presente que não não pode ser mensurado pelo valor monetário dos livros... O que, de fato, em minha vida, vejo que nada pode ser calculado pelo valor monetário... É muito pouco.
Como digo, dinheiro vai e vem... Mas as pessoas, os afetos... Esse nunca poderiam ser mensurados pelo dinheiro.
Penso, aquele homem, possivelmente, saiu de sua casa e foi até a livraria - ou mesmo encomendado pela internet... -, comprou, embalou, escreveu um cartão... Depois enviou pelo correio para chegar até mim. Que preço pode atribuído a isso tudo? E além disso, sabendo que era meu sonho ter em mãos essa coleção.
Nunca irei esquecer isso. Isso!
Eu já não esqueço do tudo que antes conversamos, vivemos e lembramos...
São marcas, como tatuagens... - As cicatrizes são de dor... Mas as tatuagens são decisões nossas... - que faço questão de ter, exibir.
A leitura, é densa... Difícil. Complexa. Intensa. Deliciosamente complicada e sedutora...
Talvez eu dê valor demasiado é com isso, dificulta meu entendimento... Talvez...
O fato é que dessa vez, eu lerei e aprenderei com o meu querido Morin o Método.
"A complexidade é um progresso de conhecimento que traz o desconhecido e o mistério. O mistério não é somente privativo; ele nos libera de toda a racionalização delirante que pretende reduzir o real à ideia. Ele nós traz, sob forma de poesia, a mensagem do inconcebível." Edgar Morin
E ele não é um tudo de bom?
Nenhum comentário:
Postar um comentário