Susan era uma jovem mulher supersticiosa. Não derramava sal por nada nesse mundo no chão! Pois atraia má sorte e das duas vezes que isso ocorrerá, de fato, teve histórias pra contar, justificando sua superstição.
Ela gostava de ler cartas advinhatórias, Tarôs.
E com um ano bem cheio de reviravoltas em sua vida, vinha, cada vez mais, a cooperação de ver além do momento presente.
Leu que um fabuloso homem iria ser aquele que amaria demais. E as previsões, mês a mês informavam "outubro". Em setembro, ela estava radiante! E quando outubro entro... Teve medo: será que estava, de fato, pronta para amar? Como o reconheceria? Como saber quem é esse homem?
Então, como alguém que busca suas memórias, foi "pra rua". Foi ver gente. Mas não em baladas, ela buscava aquele que a buscava. Algo lhe dizia que ele a encontraria. E então teria que estar ali, "ao acaso".
Bonito, se não fosse engraçado.
Teve um final de semana que dormiu ele quase inteiro. E domingo a noite lembrou-se: "ah, passei o final de semana longe e minha alma gêmea poderia ter passado por onde eu estivesse... Se bem que nem eu sei onde estaria..."
Susan tinha esses devaneios. Mas era uma pessoa do bem! As vezes pensava: "como, com minha rotina, poderei encontrar esse homem?"
E voltava a lembrar: "ah, será ele a me encontrar".
Agora, 24/10 ela começou a ficar preocupada: se não conheci ninguém até dia 24, só me restam 6 dias... Vivo os 40 minutos do 2º tempo e nenhum gol.
Ficou complicada essa situação pra ela. Eu digo: fica calma, não pensa nisso e ele te encontra. Mas ela tem certeza que ele virá.
Pois bem, meus pensamentos positivos irão acompanhar essa jornada. Que seja um homem maravilhoso, que faça ser feliz e proporcione o conforto e a tranqüilidade de que tanto precisa!
P.S.: já vi gols aos 45' do 2º tempo! Fé!
sábado, 25 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Sentimentos
Senti tanta tristeza e optei por viver feliz.
Como viver feliz? Pois é. A cada situação, inicial ou em desfecho eu agradeço. Coisas que não deram certo, mas sei que fiz o possível, creio que eram para aprender algo e espero ter aprendido.
Nesse ano, que tem por vibração 7 para mim, a transcendência é a grande questão. As aprendizagens são de cunho espiritual e o material precisa ser ressignificado. Pois bem, vejo que perdi o lado material, o conforto que sempre estimei. Ser simples, não quer dizer não gostar de conforto: uma cama boa para descansar, uma cozinha com equipamentos básicos e espaçosa, um bom sofá para os que amam filmes... Um bom chuveiro quente. Não tenho mais. E o que fazer? Agradecer. Isso não me deixava feliz. Não são as coisas, são os sentimentos.
E depois de anos de racionalizada, me permito sentir. É sentir gratidão é maravilhoso. Não quero aqui dizer que tudo é maravilhoso, não! Tive momentos de muita tristeza, de reclusão, de introspecção, de avaliação, de culpa, de miséria sentimental.
Mas, redescobri coisas fabulosas... Eu podia mudar algumas situações e outras, apenas aceitar. Aceitar as que não dependem de mim. Mudar as que dependem e eu realmente creia que merecem ser mudadas.
Me permiti rir muito, dar gargalhadas, chorar sempre que quisesse. Degustar comidas que jamais provei, assistir filmes que nós fazem chorar - sim, pois nunca aceitei bem dramas e romances - e agora, faço muito mais coisas sozinha e por querer ficar só. E penso, penso muito. E não falo só o que penso, estou pensando antes de falar, são pequenos espaços de tempo que olho lá na frente e digo: vale ou não a pena? E falo o que me cansa menos.
Tenho observado muita coisa.
Tenho me permitido enfrentar, depois de meses algumas situações que antes eu negaria ou faria de uma vez. Acho que a cautela finalmente me alcançou.
Além, claro de ter emagrecido 10 kg. De não ler, de ler e reler o que quero. Não tem sobrado dinheiro, mas tenho buscado aprender a ser mais econômica, embora, seja uma mão aberta.
O que realmente me choca, é algumas pessoas te puxarem o tapete, te traírem, pisarem, ou até mesmo tentar provar que são as vítimas... Depois querem falar contigo como se nada houvesse ocorrido.
Essas demonstrações de perda de memória, me chocam. Embora, ainda fique atordoada com tanta falsidade, ou simplesmente a pessoa não se preocupa com o que fez... Que ao invés de lhe dar umas boas patadas - característica minha -, eu decidi tratar com o que tenho de melhor: amor.
Não lhe entrego meu coração, mas sou cordial. Não lhe carrego nas costas, não mais. Contudo, sem rancor. O que cada um pode dar é o que tem e eu preferi dar amor.
Não quero me sentir triste por conta das coisas que magoam os demais, quero ser luz aqueles que me buscam.
Aí, há de se perguntar: só pode ser uma tola, vai acreditar e ser amiga novamente? Não.
Não serei amiga, não terei mais elos com apressas pessoas. Mas somos responsáveis pelo que dizemos e fazemos. E por isso, não vou dizer a pessoa que buscou a direção errada. Mas darei a atenção necessária para orientar, depois ela segue seu caminho. E as pessoas acabam percebendo que não é mais convidada a estar ali.
Há dias que é preciso rezar um pouco mais. Respirar mais profundamente é seguir. Há outros dias que um "obrigada Pai de Amor" parece que basta, me basta. O agradecimento é para você compreender o que recebeu, mais do que Deus "saber" que somos gratos a ele.
Hoje, fiquei só o dia todo. E não me senti abandonada, como no início. Você é abandonado quando não tem nem a você mesmo. E sei o quanto me amo.
Por isso, de agora em diante, não sou mais rancorosa, isso é energia estagnada e não querendo ser fanática, se a energia não flui, é como água parada: desenvolvem bactérias, doenças...
Não me sinto presa, jogo ao futuro o que há de necessidades e vou fazendo a minha parte.
Sou minha e não de qualquer um. Quem um dia me teve e não soube cuidar, me peguei de volta e me pus a cuidar. Só eu sei como me cuidar, me amar.
A liberdade não tem preço, e agora sei, mais que muita coisa, é meu maior bem, depois do amor.
Como viver feliz? Pois é. A cada situação, inicial ou em desfecho eu agradeço. Coisas que não deram certo, mas sei que fiz o possível, creio que eram para aprender algo e espero ter aprendido.
Nesse ano, que tem por vibração 7 para mim, a transcendência é a grande questão. As aprendizagens são de cunho espiritual e o material precisa ser ressignificado. Pois bem, vejo que perdi o lado material, o conforto que sempre estimei. Ser simples, não quer dizer não gostar de conforto: uma cama boa para descansar, uma cozinha com equipamentos básicos e espaçosa, um bom sofá para os que amam filmes... Um bom chuveiro quente. Não tenho mais. E o que fazer? Agradecer. Isso não me deixava feliz. Não são as coisas, são os sentimentos.
E depois de anos de racionalizada, me permito sentir. É sentir gratidão é maravilhoso. Não quero aqui dizer que tudo é maravilhoso, não! Tive momentos de muita tristeza, de reclusão, de introspecção, de avaliação, de culpa, de miséria sentimental.
Mas, redescobri coisas fabulosas... Eu podia mudar algumas situações e outras, apenas aceitar. Aceitar as que não dependem de mim. Mudar as que dependem e eu realmente creia que merecem ser mudadas.
Me permiti rir muito, dar gargalhadas, chorar sempre que quisesse. Degustar comidas que jamais provei, assistir filmes que nós fazem chorar - sim, pois nunca aceitei bem dramas e romances - e agora, faço muito mais coisas sozinha e por querer ficar só. E penso, penso muito. E não falo só o que penso, estou pensando antes de falar, são pequenos espaços de tempo que olho lá na frente e digo: vale ou não a pena? E falo o que me cansa menos.
Tenho observado muita coisa.
Tenho me permitido enfrentar, depois de meses algumas situações que antes eu negaria ou faria de uma vez. Acho que a cautela finalmente me alcançou.
Além, claro de ter emagrecido 10 kg. De não ler, de ler e reler o que quero. Não tem sobrado dinheiro, mas tenho buscado aprender a ser mais econômica, embora, seja uma mão aberta.
O que realmente me choca, é algumas pessoas te puxarem o tapete, te traírem, pisarem, ou até mesmo tentar provar que são as vítimas... Depois querem falar contigo como se nada houvesse ocorrido.
Essas demonstrações de perda de memória, me chocam. Embora, ainda fique atordoada com tanta falsidade, ou simplesmente a pessoa não se preocupa com o que fez... Que ao invés de lhe dar umas boas patadas - característica minha -, eu decidi tratar com o que tenho de melhor: amor.
Não lhe entrego meu coração, mas sou cordial. Não lhe carrego nas costas, não mais. Contudo, sem rancor. O que cada um pode dar é o que tem e eu preferi dar amor.
Não quero me sentir triste por conta das coisas que magoam os demais, quero ser luz aqueles que me buscam.
Aí, há de se perguntar: só pode ser uma tola, vai acreditar e ser amiga novamente? Não.
Não serei amiga, não terei mais elos com apressas pessoas. Mas somos responsáveis pelo que dizemos e fazemos. E por isso, não vou dizer a pessoa que buscou a direção errada. Mas darei a atenção necessária para orientar, depois ela segue seu caminho. E as pessoas acabam percebendo que não é mais convidada a estar ali.
Há dias que é preciso rezar um pouco mais. Respirar mais profundamente é seguir. Há outros dias que um "obrigada Pai de Amor" parece que basta, me basta. O agradecimento é para você compreender o que recebeu, mais do que Deus "saber" que somos gratos a ele.
Hoje, fiquei só o dia todo. E não me senti abandonada, como no início. Você é abandonado quando não tem nem a você mesmo. E sei o quanto me amo.
Por isso, de agora em diante, não sou mais rancorosa, isso é energia estagnada e não querendo ser fanática, se a energia não flui, é como água parada: desenvolvem bactérias, doenças...
Não me sinto presa, jogo ao futuro o que há de necessidades e vou fazendo a minha parte.
Sou minha e não de qualquer um. Quem um dia me teve e não soube cuidar, me peguei de volta e me pus a cuidar. Só eu sei como me cuidar, me amar.
A liberdade não tem preço, e agora sei, mais que muita coisa, é meu maior bem, depois do amor.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Incredulidades
Às vezes parece que já se viu de tudo... e vem a vida e lhe apresenta mais uma façanha...
Ok, preciso estar SEMPRE preparada ou não manifestar a cara de pavor que por vezes apresento a mim mesma.
Quando acho que finalmente receberei o que pedi, vem o garçon com a sugestão de um pedido intermediário, mas já quero o prato principal.
Eu não acredito que as pessoas possam se esquecer facilmente das coisas que fizeram de mal, embora saiba que apenas o que sofrem compreendem o fardo, os tiranos não sabem a dor que causam, ao menos no profundo disso.
Então, fico, abobada com a facilidade deles em tentar aproximação e dizer que a vida deles é complicada. Que eles sim, tem coisas pra dizer... Ah, eles sofreram...
Não creio que as pessoas não possam mudar, longe disso. Mas quando vemos o passar dos anos e as pessoas cometerem os mesmos erros... É complicado.
É difícil, também, quando você tentou ser forte o tempo todo e até conseguiu. As pessoas não mais acreditam que você pode cansar e tentar desistir... Serão poucos os que te olharão e dirão: Sei que não é fácil, mas precisa ir com calma, um passo de cada vez... Estou aqui, ao seu lado.
Eu passei por muitas provas, muitas condições difíceis. Passei por circunstâncias que jamais imaginei. Hoje, posso dizer que passei. Não desejo isso a ninguém.
Espero, que quando isso tudo terminar, possa olhar para trás e dizer: sim, sou forte, sou sensível. Meu amor não diminuiu com tudo isso, sei mais que antes, tenho mais responsabilidades e que eu seja luz para os outros! Jamais deixarei de ajudar, mas agora, respeitarei quem me tornei. Não preciso de aplausos. Minha consciência me basta.
E ainda que haja incredulidades da minha parte sobre as pessoas, acho que são devido a eu querer, ferrenhamente, acreditar que o ser humano é bom, basta lhe dar oportunidades!
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