Aquela mulher, cuja a vida lhe pregara peças, das mais cômicas às mais dramáticas... Aquela mulher se fez mais, foi além da tristeza que se acomodara em sofá de casa.
Conseguiu virar o "jogo".
Não que agora estivesse loucamente apaixonada, ou amando...
Quem sabe, esses conceitos tivessem uma outra conotação no passado.
Agora, depois de muito sofrimento, muita resignação, começou uma caminhada de paz.
Encontrou pessoas que partilharam seus melhores... Foram poucas, foram únicas, foram elas mesmas que se dispuseram a conviver com a mulher fragilizada, dolorida...
E dessa forma, voltou a ser forte, sabendo que poderia ser frágil. Tinha gente perto dela... Vivia solitariamente acompanhada pelas melhores pessoas...
Pois, enquanto buscou, naqueles que idealizava o bem, a tranqüilidade, a acolhida... Se decepcionou... Aprendeu, da pior forma. Mas aprendeu muito.
Agora, inicia a caminhada com mais tranqulidade... Enfim, vê o depois da curva e sabe, que mais alegrias tem no porvir...
domingo, 29 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Oração
Todas as manhãs eu acordo 10 minutos antes para fazer minhas orações.
Não é uma reza, a mesma todo dia...
Eu sei que falo com Deus. Falo as coisas que preocupam, peço orientação sobre elas, agradeço as aprendizagens... As alegrias...
Sempre agradeço ao filho que tenho.
A noite, faço o mesmo.
Mentalizo as çoisas que desejo, as razões que fazem querer...
E de repente acontecem... E é bom!
Me sinto cuidada ao longo do dia...
E ao longo da noite, parece que minhas preces são sementes que brotarão ao amanhecer.
É um rito meu, só meu. Faço sozinha, nós meus pensamentos.
Deus sabe que sou assim, um pouco nada convencional... E Ele me entende.
Rezar é falar com Deus, mas sempre com respostas.
Não é uma reza, a mesma todo dia...
Eu sei que falo com Deus. Falo as coisas que preocupam, peço orientação sobre elas, agradeço as aprendizagens... As alegrias...
Sempre agradeço ao filho que tenho.
A noite, faço o mesmo.
Mentalizo as çoisas que desejo, as razões que fazem querer...
E de repente acontecem... E é bom!
Me sinto cuidada ao longo do dia...
E ao longo da noite, parece que minhas preces são sementes que brotarão ao amanhecer.
É um rito meu, só meu. Faço sozinha, nós meus pensamentos.
Deus sabe que sou assim, um pouco nada convencional... E Ele me entende.
Rezar é falar com Deus, mas sempre com respostas.
domingo, 22 de junho de 2014
Leitura de Morin
Reiniciei a leitura de Edgar Morin, "O Método", livro 1, "Natureza da natureza".
Cinco anos para ler. Tentei algumas vezes, até mesmo os outros da coleção. Mas dessa vez, farei a leitura por completo, seguindo a ordem.
Recebi de presente, um presente que não não pode ser mensurado pelo valor monetário dos livros... O que, de fato, em minha vida, vejo que nada pode ser calculado pelo valor monetário... É muito pouco.
Como digo, dinheiro vai e vem... Mas as pessoas, os afetos... Esse nunca poderiam ser mensurados pelo dinheiro.
Penso, aquele homem, possivelmente, saiu de sua casa e foi até a livraria - ou mesmo encomendado pela internet... -, comprou, embalou, escreveu um cartão... Depois enviou pelo correio para chegar até mim. Que preço pode atribuído a isso tudo? E além disso, sabendo que era meu sonho ter em mãos essa coleção.
Nunca irei esquecer isso. Isso!
Eu já não esqueço do tudo que antes conversamos, vivemos e lembramos...
São marcas, como tatuagens... - As cicatrizes são de dor... Mas as tatuagens são decisões nossas... - que faço questão de ter, exibir.
A leitura, é densa... Difícil. Complexa. Intensa. Deliciosamente complicada e sedutora...
Talvez eu dê valor demasiado é com isso, dificulta meu entendimento... Talvez...
O fato é que dessa vez, eu lerei e aprenderei com o meu querido Morin o Método.
"A complexidade é um progresso de conhecimento que traz o desconhecido e o mistério. O mistério não é somente privativo; ele nos libera de toda a racionalização delirante que pretende reduzir o real à ideia. Ele nós traz, sob forma de poesia, a mensagem do inconcebível." Edgar Morin
E ele não é um tudo de bom?
Cinco anos para ler. Tentei algumas vezes, até mesmo os outros da coleção. Mas dessa vez, farei a leitura por completo, seguindo a ordem.
Recebi de presente, um presente que não não pode ser mensurado pelo valor monetário dos livros... O que, de fato, em minha vida, vejo que nada pode ser calculado pelo valor monetário... É muito pouco.
Como digo, dinheiro vai e vem... Mas as pessoas, os afetos... Esse nunca poderiam ser mensurados pelo dinheiro.
Penso, aquele homem, possivelmente, saiu de sua casa e foi até a livraria - ou mesmo encomendado pela internet... -, comprou, embalou, escreveu um cartão... Depois enviou pelo correio para chegar até mim. Que preço pode atribuído a isso tudo? E além disso, sabendo que era meu sonho ter em mãos essa coleção.
Nunca irei esquecer isso. Isso!
Eu já não esqueço do tudo que antes conversamos, vivemos e lembramos...
São marcas, como tatuagens... - As cicatrizes são de dor... Mas as tatuagens são decisões nossas... - que faço questão de ter, exibir.
A leitura, é densa... Difícil. Complexa. Intensa. Deliciosamente complicada e sedutora...
Talvez eu dê valor demasiado é com isso, dificulta meu entendimento... Talvez...
O fato é que dessa vez, eu lerei e aprenderei com o meu querido Morin o Método.
"A complexidade é um progresso de conhecimento que traz o desconhecido e o mistério. O mistério não é somente privativo; ele nos libera de toda a racionalização delirante que pretende reduzir o real à ideia. Ele nós traz, sob forma de poesia, a mensagem do inconcebível." Edgar Morin
E ele não é um tudo de bom?
Noite
Adormeceu na madrugada
Aguardando a despedida
O frio a tomou
O cansaço e a solidão a embalaram
E durante as horas...
Foi o sono, seu companheiro.
Acordou ao raiar do sol
Perguntando-se pelos versos
Compreendeu seu vazio
Alimentou a vida
Colheu seus suspiros
Acalentou seu tolo coração.
Desejou o crepúsculo
Cumpriu as horas
Banhou-se e esperou...
Esperou como quem espera uma carta
Contudo, somente a noite saberá.
Aguardando a despedida
O frio a tomou
O cansaço e a solidão a embalaram
E durante as horas...
Foi o sono, seu companheiro.
Acordou ao raiar do sol
Perguntando-se pelos versos
Compreendeu seu vazio
Alimentou a vida
Colheu seus suspiros
Acalentou seu tolo coração.
Desejou o crepúsculo
Cumpriu as horas
Banhou-se e esperou...
Esperou como quem espera uma carta
Contudo, somente a noite saberá.
Tatuagem... É pro resto da vida! (?)
Pela enésima vez... Olhando fotos de tatuagem e escolhendo qual seria interessante fazer...
Teve uma pessoa que recentemente me questionou sobre minha fixação por gatos e que "deveria" tatuar o signo... Algo mais relevante pra levar pra vida toda!
Óbvio que não vou descrever minha expressão facial e tão pouco o que lhe disse, afinal, quem me conhece, sabe da minha paixão por meus gatos e seu significado em minha vida.
Claro, eu já tenho a imagem da primeira tatuagem, da segunda e a terceira, estaca decidindo agora... (Embora não tenha feito nenhuma ainda, tenho planos de três!)
Me "apareceu" quem?
Uma linda raposa. Gosto de raposas... Elas são muito espertas e desconfiadas... Eu também! Ela é citada no livro "O Pequeno Príncipe", ao qual leio com grande carinho aos meus alunos. Essa imagem tem muitos significados... Um deles é de um amor distante, algo que vivi e fui muito feliz... Uma raposa, desconfiada, em busca de uma amizade verdadeira que se iniciava com o "cativar"... A confiança e o desprendimento entre as criaturas. Acho lindo isso.
Olhei as diferentes raposas... Todas lindas, todas livres, laranjas e com olhos atentos... Além de serem rápidas e quase imperceptíveis...
E quando será que darei essas tatuagens... Não sei... Acho que em breve...
Se amor é pra vida toda... Tatuagens também e devem ser essa "impressão" na pela, impressão da vida...
Teve uma pessoa que recentemente me questionou sobre minha fixação por gatos e que "deveria" tatuar o signo... Algo mais relevante pra levar pra vida toda!
Óbvio que não vou descrever minha expressão facial e tão pouco o que lhe disse, afinal, quem me conhece, sabe da minha paixão por meus gatos e seu significado em minha vida.
Claro, eu já tenho a imagem da primeira tatuagem, da segunda e a terceira, estaca decidindo agora... (Embora não tenha feito nenhuma ainda, tenho planos de três!)
Me "apareceu" quem?
Uma linda raposa. Gosto de raposas... Elas são muito espertas e desconfiadas... Eu também! Ela é citada no livro "O Pequeno Príncipe", ao qual leio com grande carinho aos meus alunos. Essa imagem tem muitos significados... Um deles é de um amor distante, algo que vivi e fui muito feliz... Uma raposa, desconfiada, em busca de uma amizade verdadeira que se iniciava com o "cativar"... A confiança e o desprendimento entre as criaturas. Acho lindo isso.
Olhei as diferentes raposas... Todas lindas, todas livres, laranjas e com olhos atentos... Além de serem rápidas e quase imperceptíveis...
E quando será que darei essas tatuagens... Não sei... Acho que em breve...
Se amor é pra vida toda... Tatuagens também e devem ser essa "impressão" na pela, impressão da vida...
A paz interior...
Hoje, pela manhã, numa conversa com meu filho de 13 anos, falávamos sobre as minhas postagens no Facebook.
Ele veio me dizer que eu andava zen, "filosofando" muito sobre uma coisas "filosóficas"... E que ele sentia falta das coisas engraçadas que eu colocava antes...
Pensei rapidamente: minha vida girou rápido demais, tanta coisa mudou em poucos meses, já sofri, chorei e chorei muito... Me percebi entre pessoas que desejam demais minha felicidade, assim como o oposto, lidar com isso foi difícil.
Respondi, ao rapaz que, queria ter a "paz interior", estava lendo, estudando, conversando com pessoas... Buscando estar em paz...
Ele, com olhar tranquilo, me fala que ter paz interior é também se divertir, ser feliz, apesar das tristezas... Que ao ser feliz, teremos a paz interior...
Entendi, estou desesperada por estar e ficar bem que posso não estar...
Posso estar buscando algo tão precioso e deixando de fazer o que já sabia: diversão.
Lembro que numa sexta-feira, voltei do trabalho, caiu sobre mim uma tristeza profunda... E desatei a chorar... Não sabia nem o que dizer de onde vinha tamanha tristeza... Talvez o medo da vida...
Olhei aquele rapaz, 1,82m, me olhando e buscando me consolar... Decidi... Vamos ao cinema... Temos 15 minutos pra chegar lá. Corremos e chegamos, compramos ingressos e nós divertimos muito... Vivi momentos espetaculares!
Ele tem razão! Quase sempre tem razão.
Ele pode não ser o aluno A no colégio, mas na escola da vida... As vezes, passa a rasteira na mãe!
Sua tranqüilidade, observação, e discernimento me fazem concluir que fui mais abençoada do que pedi...
Ele veio me dizer que eu andava zen, "filosofando" muito sobre uma coisas "filosóficas"... E que ele sentia falta das coisas engraçadas que eu colocava antes...
Pensei rapidamente: minha vida girou rápido demais, tanta coisa mudou em poucos meses, já sofri, chorei e chorei muito... Me percebi entre pessoas que desejam demais minha felicidade, assim como o oposto, lidar com isso foi difícil.
Respondi, ao rapaz que, queria ter a "paz interior", estava lendo, estudando, conversando com pessoas... Buscando estar em paz...
Ele, com olhar tranquilo, me fala que ter paz interior é também se divertir, ser feliz, apesar das tristezas... Que ao ser feliz, teremos a paz interior...
Entendi, estou desesperada por estar e ficar bem que posso não estar...
Posso estar buscando algo tão precioso e deixando de fazer o que já sabia: diversão.
Lembro que numa sexta-feira, voltei do trabalho, caiu sobre mim uma tristeza profunda... E desatei a chorar... Não sabia nem o que dizer de onde vinha tamanha tristeza... Talvez o medo da vida...
Olhei aquele rapaz, 1,82m, me olhando e buscando me consolar... Decidi... Vamos ao cinema... Temos 15 minutos pra chegar lá. Corremos e chegamos, compramos ingressos e nós divertimos muito... Vivi momentos espetaculares!
Ele tem razão! Quase sempre tem razão.
Ele pode não ser o aluno A no colégio, mas na escola da vida... As vezes, passa a rasteira na mãe!
Sua tranqüilidade, observação, e discernimento me fazem concluir que fui mais abençoada do que pedi...
terça-feira, 10 de junho de 2014
Nova filosofia
De tempos em tempos, e acho que isso acontece com mais gente do que imagino, me vem uma vontade de conhecer coisas novas. Repaginar o intelecto.
Me sinto múltipla...
Leio sobre o povo indiano, os chacras, as meditações - que não consigo ainda fazer -, sobre o espiritismo, ocultismo, catolicismo, religiões africanas...
Agora, busco mais, a paz interior... olhar o outro com paciência, com perdão e principalmente ter ter esperança com menos expectativas. Como? Ora, não colocamos expectativas no que o outro pode nos dar, mas podemos nutrir esperança na evolução da pessoa, sem esperança, nada pode mudar.
Quando minimizamos as expectativas, o que outro lhe oferece, sempre é grande, sempre é o máximo dele, mesmo que ele não perceba que pode fazer mais. Com esperança, nutrimos uma fé em que as pessoas e nós mesmos, temos sempre oportunidade em mudar, melhorar, evoluir.
Se acharmos que só nós somos iluminados, é exatamente aí que nos falta luz.
Estou num momento em que olho algumas pessoas até os ossos, vejo a possibilidade de melhoria escoando pelos seus dedos, sem vontade de mudar, com medo de ser feliz.
E essas pessoas, se tornam tão amargas... Ao ponto de buscar amargurar a vida dos que a rodeiam.
É triste! Não que eu não tenha esperança que possam buscar algo mais em suas existências, não! Mas percebo que se afastam de ensinamentos que podem lhe proporcionar uma vida mais tranquila.
Não quer dizer todo mundo bem, zen... As dificuldades aparecem, mas se busca não desesperar e com alegria ver a graça da vida nos detalhes!
Em minha vida, já chorei por amores, por perdas irreparáveis, por viver presa, por me submeter a tantas coisas...
Tive medo de viver só... tive medo de morrer, desejei morrer de tanta dor e sofrimento...
Mas depois que conseguimos superar isso, somos convidados a ver outros horizontes... Eu já os vejo. Afirmo que vale a pena cada dia!!! Gosto de chamar de autoconhecimento, não uma religião.
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