Eu fico pensando e passo tempo com isso.
Será que só acontece comigo, que lendo um livro uma palavra me leva pra outro mundo...
As vezes vejo as pessoas juntas e felizes e então me "teletransporto" para momentos que vivi aquela intensidade.
Intensidade...
Acho que anda me faltando esse sentimento.
Meu coração não quer mais saltar pela boca - e não me recomende pular de bung-jump! -.
Minhas pernas não vacilam mais...
Minhas mãos não suam de ansiedade.
Eu só corro.
Corro para que os planejamentos e observações estejam nos gráficos. Que pessoas aprendam, façam seus deveres, estudem, elaborem estratégias e consigam ter sucesso com a minha mediação - e assim sou feliz.
Mas aquele toque no coração, aquele despertar, aquela pressa em ser feliz de um outro jeito, aquele momento surpresa... aquela vontade de ver, ouvir, tocar...
Não existe na intensidade que que outrora já vivi.
Se é ruim ou bom... não sei. De repente era para aquele momento e agora é a rotina dos dias.
Mas, e sempre existe um mas... eu queria ter aquele rosto belo da Ana Clara a me olhar e eu tê-la no meu colo para dizer que é minha e ninguém no mundo nos separaria. Dizer a ela que é única e com o retorno do olhar ela me dizer: eu sei, sou a clara beleza da graça de Deus em tuas mãos.
E quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração...
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